1º NOTA DE IMPRENSA Assembleia Geral de Filiados – Lisboa 2015

1º NOTA DE IMPRENSA Assembleia Geral de Filiados – Lisboa 2015

Pelas 9:00h teve lugar a abertura de portas com credenciação de filiados, participantes, convidados e comunicação social.
A ordem de trabalhos sofreu um pequeno atraso justificado pela grande afluência de participantes que superou largamente as expectativas.
Pouco depois das 10:30h teve lugar um pequeno apontamento musical composto pela atuação de um duo feminino com violino e acordeão.
A primeira intervenção foi a de Marinho e Pinto salientando o papel de todos os cidadãos, independentemente do sexo e idade, na participação da vida política. Sublinhou a vontade de trabalhar e o grande combate que o partido irá enfrentar já este ano para retirar Portugal do abismo.
Seguiu-se a intervenção de Francois Bayrou acompanhado de uma comitiva do Partido Democrático Europeu. Começou por agradecer o convite e demostrou-se honrado por estar a representar o Partido Democrático Europeu e o movimento democrático francês. Exaltou o momento especial que é o nascimento de um novo partido apenas comparável ao nascimento de um filho, frágil mas com uma grande força e potencial. A personalidade e carácter de Marinho e Pinto foi realçada assim como o seu peso no Parlamento Europeu, onde é considerado por todos.
Terminou a sua intervenção realçando a alteração do paradigma político Europeu, o PDR surge em consonância com este movimento e representa uma alternativa às politicas vigentes de direita e esquerda que se apresentam como escolha única e obrigatória.
Posteriormente Marinho e Pinto apresentou a sua candidatura à presidência do Partido.
Às 11:15h teve lugar a apresentação da mesa da Assembleia Geral de Filiados e indigitação das comissões de acompanhamento, de verificação e comissão eleitoral. A mesa da Assembleia Geral ficou constituída por João Marrana, Fernando Condesso, Eurico Figueiredo, Fernando Pacheco, Vieira da Cunha, Susana Gonçalves, Rosa Acinho, Sandra Correia, Andreia Fernandes, Pedro Bourbon e Manuel Antão.
A abertura das urnas teve lugar às 11:20h para a votação da declaração de princípios, dos estatutos do PDR e presidência do partido.
Simultaneamente abriram as inscrições dos filiados para o período de intervenções livres assim como a entrega e validação de listas concorrentes à Comissão Nacional do PDR.
Após o processo eleitoral e posterior encerramento das urnas pelas 12:15h iniciou-se a contagem e validação dos votos, paralelamente prosseguiram os trabalhos.
Eurico Figueiredo admitiu estar incrédulo com a situação do país mostrando o descontentamento com a democracia. Pediu ao portugueses para serem agentes ativos, participantes e patriotas. Apelou à mudança para construir um Portugal melhor, onde todos tenham vontade de viver.
Seguidamente Manuel Antão começou por deixar um recado à comunicação social, dizendo que o “PDR está aqui”, com voz própria e que tem de ser ouvida. O país foi empurrado para a degradação, para a pobreza, algo que envergonha Portugal é ter um ex-primeiro ministro preso preventivamente.
A intervenção de Fernando Condesso deixou claro que não se pode continuar com as politicas erradas e com os políticos errados e não se pode prometer o que não se pode cumprir. O PDR vai travar lutas no interior e exterior do país para reabilitar a democracia em que muitos já não acreditam. Um dos desafios do PDR será chegar aos cerca de 50% da população que se diz desiludida, que não se revê nos partidos atuais e não pretende votar.
Vieira da cunha usou da palavra e colocou uma tónica especial na requalificação e reabilitação do tecido empresarial português, que permita a criação de emprego e absorção de recursos humanos.
Seguidamente João Marrana começou por indicar uma forma de chegar à mudança do país, “temos que começar por mudar as nossas atitudes, temos de intervir, mudar o nosso comportamento, estar atentos e alerta. Façamos do partido um espaço, onde cada um se reveja, liderado por alguém que todos nos identificamos”. Prosseguiu explicando o significado do símbolo do PDR, as três estrelas que representam a Liberdade, Solidariedade e Justiça. Estas são o bastião da atuação do partido, onde não houver liberdade, onde não existir solidariedade e injustiça é onde o partido estará presente e atuará.
Fernando Pacheco encerrou os trabalhos da manhã de forma erudita com um discurso emotivo descrevendo de forma única o estado do país. “O emprego tornou-se um favor temporário e virtual. O pão de cada dia falta na mesa das famílias e das crianças portuguesas. A justiça, que nunca foi cega, arregala os olhos para proteger os seus donos. Os sistemas de saúde servem descaradamente o negócio da doença, os pobres estão cada vez mais pobres, a classe média foi empurrada compulsivamente para o fundo do túnel da pobreza envergonhada. Só as elites, donas da informação e do dinheiro engordam e prosperam como nunca”. Terminou com veemência dizendo “A rendição está fora de causa. Capitular nunca foi opção dos Portugueses. Viva o Partido Democrático Republicano. Viva a Republica. Viva Portugal.”
A comissão organizadora