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Marinho e Pinto, presidente do PDR (Partido Democrático Republicano) lamenta que “o interior esteja abandonado, desprezado pelo Estado, sobretudo por este Governo com encerramento de tribunais, maternidades, centros de saúde e escolas”, disse em Bragança durante um encontro com militantes do partido, na passada quinta-feira.

O líder do PDR afirmou que para o seu partido “não há portugueses de primeira nem de segunda”, acrescentando que “os habitantes do interior merecerem mais carinho e investimento do Estado para que haja repovoamento”.

Marinho e Pinto continua a criticar o encerramento de tribunais que, em sua opinião, dificulta o acesso à justiça, pois “acarreta um ónus terrível para as populações que são obrigadas a percorrer milhares de quilómetros para irem aos tribunais, quando o Estado tem de garantir justiça a todos os cidadãos e a todas as regiões”. Face a este cenário, defende um tribunal em cada concelho. “As diligências judiciais devem se efectuadas nos concelhos onde ocorreram os factos”, sublinhou, reforçando que “estávamos melhor antes da reforma porque foi feita com prejuízos dos portugueses, assentando na premissa, errada, de que o Estado poupa dinheiro”.

O PDR já constituiu um núcleo concelhio em Bragança, atualmente presidido por Carla Meneses, que já estará representado no próximo congresso nacional, no dia 24.

O núcleo foi criado há cerca de um mês e meio, “com alguma dificuldade em angariar pessoas por ser um novo partido”, admitiu Carla Meneses. Obstáculos ultrapassados, a estrutura concelhia já funciona. O primeiro acto público teve lugar na passada quinta-feira, no restaurante Camões, em Bragança, e contou com a presença do presidente do partido, Marinho e Pinto, bem como de vários militantes e simpatizantes.