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MARINHO E PINTO ELEITO VICE-PRESIDENTE DO PDE

MARINHO E PINTO ELEITO VICE-PRESIDENTE DO PDE

Plenary session week 15 2016 in Strasbourg - Annual reports 2012-2013 on subsidiarity and proportionality Report: Sajjad Karim

O eurodeputado português António Marinho e Pinto foi eleito, no passado dia 30 de novembro, em Bruxelas, vice-presidente do Partido Democrático Europeu (PDE), durante uma reunião ordinária do Conselho político desse partido.

Na reunião participaram cerca de uma centena de delegados provenientes de 17 países europeus, entre os quais Portugal, França, Itália, Alemanha, Bélgica, Irlanda, País Basco e Chipre, entre outros.

O PDE é um partido liderado conjuntamente pelo francês François Bayrou e pelo italiano Francesco Rutelli e integra, juntamente com os Liberais Europeus, a Aliança dos Democratas e Liberais pela Europa (ADLE), o terceiro mais influente grupo político do Parlamento europeu.

Os principais objetivos políticos do PDE são a refundação da Europa no sentido de a aproximar dos cidadãos.

Marinho e Pinto, que, em Portugal, é presidente do Partido Democrático Republicano (PDR), fez durante a reunião, uma intervenção política em que sublinhou precisamente a necessidade de se revitalizar a ideia de Europa e refundar as suas instituições mais relevantes.

«O populismo está na ofensiva na Europa e no mundo porque ele recuperou certas bandeiras que eram bandeiras dos democratas, como a luta contra a desigualdade sociais e contra a corrupção», disse Marinho e Pinto.

«Temos de voltar a travar esses combates, que eram os nossos, mas dos quais os populistas se apropriaram», concluiu o eurodeputado português.

Discurso do Eurodeputado António Marinho e Pinto proferido hoje (24 de Novembro de 2016) no Parlamento Europeu, durante o debate sobre as perseguições aos índios Guaranis-Kaiowá no estado de Mato Grosso do Sul, no Brasil.

Discurso do Eurodeputado António Marinho e Pinto proferido hoje (24 de Novembro de 2016) no Parlamento Europeu, durante o debate sobre as perseguições aos índios Guaranis-Kaiowá no estado de Mato Grosso do Sul, no Brasil.

2nd Interparliamentary Meeting EP-Brazil

A primeira ideia que devo realçar é que esta moção não constitui um gesto de hostilidade para com o Governo do Brasil. 

Ela pretende ser, sobretudo, um estímulo para que as autoridades deste país ponham fim a uma situação que choca a comunidade internacional e – estou certo – a própria sociedade brasileira.

Não é possível que num país que tem uma das mais progressistas ordens jurídicas do mundo em matéria de direitos humanos (veja-se o artigo 5º da sua Constituição) se pratiquem atos que lembram os piores momentos do colonialismo português e espanhol na América latina.

A violência física contra uma comunidade indígena que luta pelas suas terras ancestrais, além de uma inqualificável violação dos direitos humanos, sugere que se pode estar perante crimes bem mais graves, ou seja, crimes étnicos contra um povo que a comunidade internacional condena com severidade.

O Brasil é um país imenso que tem terra suficiente para todos os brasileiros. Partilhem-na com respeito pelo Direito!

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