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Antonio Marinho e Pinto pergunta ao Parlamento Europeu sobre a Solidariedade europeia nos incêndios no sul da Europa

Antonio Marinho e Pinto pergunta ao Parlamento Europeu sobre a Solidariedade europeia nos incêndios no sul da Europa

O dano e devastação causada pelos incêndios em agosto passado que atingiram o sul da Europa, especialmente Espanha e Portugal continental, mas também para as suas ilhas ultraperiféricas, sugere, mais uma vez, a falta de coordenação que fornece uma resposta solidariedade rápido e eficaz entre os Estados-Membros.

1. A Comissão considera que o ponto focal para intervenções de emergência (CCIU) não foi capaz de alertar, em devido tempo, outros Estados-Membros da necessidade de meios para agir imediatamente?

2. Como a Comissão explicou que os mecanismos para a prevenção de desastres naturais não têm efetivamente contribuído para retardar o fogo?

3. Em um período em que os cidadãos estão cada vez mais distanciando do projecto europeu e não vê benefícios claros de uma maior integração, a Comissão não acredita que o atraso na resposta, apoio e falta de solidariedade entre os Estados membros são responsáveis por uma maior desconfiança em relação à União Europeia e o ressurgimento do nacionalismo?

Antonio Marinho e Pinto.

( co-autor )

Joaquim Pisco é o cabeça de lista do PDR nas eleições regionais do Açores

Joaquim Pisco é o cabeça de lista do PDR nas eleições regionais do Açores

O almeirinense Joaquim Pisco é o número um na lista do PDR, a deputado pela ilha de São Jorge, para as legislativas regionais dos Açores. A candidatura à ilha de São Jorge surge na sequência de um convite do presidente do partido, Marinho e Pinto.

Joaquim Pisco, que também faz parte da Comissão Política Nacional do PDR, explica que esta é a ilha mais conservadora do arquipélago e “os militantes e simpatizantes locais, por medo de represálias e retaliações por parte do poder regional e autárquico, confessaram comprovados receios em liderar uma lista do PDR.” O candidato a deputado pelo PDR acrescenta que a decisão só surgiu “após breve ponderação e reflexão familiar” e aceita esta missão “tendo em conta os valores promovidos por este Partido: Liberdade, Justiça e Solidariedade”.

Pode ler a entrevista completa na próxima edição impressa de O Almeirinense nas bancas a 15 de setembro.

Marinho Pinto quer mais visibilidade

Marinho Pinto quer mais visibilidade

O líder do Partido Democrático Republicano (PDR), Marinho e Pinto, acusou hoje, no Funchal, a comunicação social de “massacrar” o país com propaganda dos cinco partidos com assento parlamentar, deixando sem visibilidade as propostas das outras forças políticas.

“A comunicação social massacra o país e os portugueses com propaganda do [António] Costa, do Passos [Coelho], do Paulo Portas, do Jerónimo [Sousa] e da Catarina Martins e despreza as propostas sérias e honestas que apareceram neste país, como é o caso do PDR”, afirmou durante uma ação de pré-campanha para as eleições legislativas de 4 de outubro.

Marinho e Pinto esteve em contacto com a população no Mercado dos Lavradores e participou numa arruada no centro do Funchal, acompanhado do cabeça de lista pelo círculo da Madeira, Filipe Rebelo. “Queremos é que a nossa mensagem chegue ao povo português e isso a comunicação social não tem feito”, acusou o líder do PDR, considerando, por outro lado, ser “uma vergonha” que o Estado pague “mais de cinco milhões de euros por ano” aos partidos com assento na Assembleia da República: PSD, CDS, PS, CDU e BE.

Marinho e Pinto disse que “o voto mais inútil que há é nos partidos da oposição parlamentar”, sublinhando que se o eleitorado continuar a votar nos mesmos, tudo vai continuar na mesma.

O dirigente esclareceu, ainda, que o PDR não é um partido de protesto, mas sim de denúncia. “É um partido de denúncia da podridão do Estado”, disse. E realçou: “Somos um partido de denúncia da corrupção, do tráfico de influências, do compadrio no aparelho de Estado”.

Marinho e Pinto realçou que uma das principais causas do agravamento da situação do país foi, precisamente, não ter havido quem denunciasse mais cedo os problemas, vincando que “o país é governável, desde que conseguimos pôr lá pessoas sérias e honestas”.

O líder do PDR disse, por outro lado, que o aumento do número de partidos é uma demonstração de vitalidade da democracia e contribui para enfraquecer e dificultar a corrupção e a ação dos corruptos, bem como o aproveitamento do aparelho de Estado para a “voracidade das clientelas políticas”.

 

Fonte: EXPRESSO

País empobreceu, mas “outros enriqueceram às ocultas”

País empobreceu, mas “outros enriqueceram às ocultas”

O candidato afirma que o setor da banca foi quem mais saiu a ganhar com a pobreza dos portugueses e acusa, com ironia, Cavaco Silva e o Governo de ter penalizado Carlos Costa, o governador do Banco de Portugal, com a sua recondução no cargo.

Os populares acharam-nos mais elegante do que na televisão e por isso ganharam apertos de mão, beijos e apelo ao voto, “mas não sempre nos mesmos”.

E foi de um aperto de mão que Marinho Pinto acabou por ouvir um lesado do BES sentir-se tratado como estrangeiro. “Os políticos ganham três e quatro reformas e ainda reformas vitalícias e nós que fomos emigrantes temos de estar a pagar. Eu estive no ultramar e até isso me raparam”, dizia o indignado.

O candidato do PDR ouviu e ajudou à festa. “Os emigrantes portugueses são tratados como estrangeiros. Quem trata dos assuntos deles é o ministério dos Negócios Estrangeiros, até aqui no nome se vê. Se votarmos sempre nos mesmos partidos vai continuar tudo na mesma”, afirma.

O PDR considera que o caso BES é um caso de roubo e diz Marinho Pinto que ainda não se fez justiça. “Ando a pedir responsabilidades para aqueles que os levaram a investir num banco estrangeiro, como o presidente da República, que disse que o banco estava sólido e passadas três semanas antes dele se desfazer, como o Governo, como o governador do Banco de Portugal. O presidente da República acusou o governador do Banco de Portugal de o ter enganado e, como recompensa reconduziram Carlos Costa”.

Marinho Pinto criticou o enriquecimento ilícito e aqueles que saíram a ganhar com a pobreza dos portugueses. “Para alguns empobrecerem houve outros que enriqueceram, às ocultas, em negociatas por debaixo da mesa com os políticos e o poder político. Nós podemos combater a pobreza em Portugal, com políticas corretas em favor do povo e não a favor dos membros do BES, ou do BPN, do BCP, ou desses bancos todos, que andaram a chular o país há décadas”, acusa.

E lá foi pelos corredores da Feira de São Mateus, em Soure, a espalhar a mensagem de que a pobreza do país resulta de políticas erradas.

 

Fonte: TSF

“ESTADO TEM QUE INVESTIR NO INTERIOR”

“ESTADO TEM QUE INVESTIR NO INTERIOR”

“É preciso investimento do Estado em sectores estratégicos que seja em si próprio criador de dinâmicas que propiciem o investimento privado porque gera desenvolvimento e emprego”, afirma o presidente do PDR.

A visita ao distrito iniciou-se no Centro Hospitalar da Cova da Beira para sublinhar a necessidade de uma saúde acessível a todos os portugueses e com qualidade “uma saúde que não seja transformada em mercadoria que se vende. Uma saúde que para o Estado moderno deve ser uma obrigação”, sublinha em entrevista à RCB.

No Fundão, na sede da Associação Desportiva do Fundão, clube que milita na primeira divisão do futsal nacional, o candidato quis destacar a ideia de que no interior “há projectos muito bons, pessoas que fazem bem e que podem ombrear com as zonas mais desenvolvidas do país”. Para Marinho e Pinto é fundamental que outros exemplos sejam potenciados “porque é o país que ganha”.

Portugal que tem sido governado nos últimos 40 anos por PS e PSD, agora chegou a hora da mudança

“É altura de mudar. Andamos a ser governados por dois partidos que quando chegamos a eleições fazem gigantescas encenações  entre si de passa culpas: O PS diz que a culpa de todo o mal do país é do PSD e o PSD diz o inverso. Isto é sinónimo de anomia cívica deste povo. Porque se os portugueses fossem mais fortes do ponto de vista cívico já há muito tinha corrido com estes dois partidos e as suas clientelas que estão a empobrecer a olhos vistos, o Estado, o país e os portugueses”, sublinha Marinho e Pinto

O candidato apresenta em Castelo Branco o livro “Tempo de Mudar”, de Orlando Castro, e também , pelas 21:00H, na zona das “Docas” participa na apresentação da lista do PDR pelo círculo eleitoral de Castelo Branco.

Fonte: http://www.rcb-radiocovadabeira.pt/pag/28854#sthash.sgn290rd.4Xj0O0uW.dpuf

“O melhor seria banir a coligação e o PS”

“O melhor seria banir a coligação e o PS”

Em entrevista ao Diário Económico, o líder do Partido Democrático Republicano apela aos portugueses para que não deem a maioria absoluta nem à coligação, nem ao Partido Socialista, pois “nenhum dos dois partidos merece uma maioria, muito menos absoluta”. E vai mais longe: “O melhor seria banir esses dois partidos”.

E quanto ao Presidente da República, Marinho e Pinto descreve-o como sendo a “expressão visível das instituições democráticas”.

“Basta ver o que ele fez acerca do BES quinze dias antes de ruir, em que aconselhou os portugueses a comprarem ações. Se tivesse um pingo de decência demitia-se e desaparecia deste país”, atirou.

Na senda de críticas, houve ainda espaço para atirar algumas farpas ao PCP, frisando que “voto inútil é o voto na CDU que anda há décadas a dizer a mesma coisa”. Mas nem o Bloco de Esquerda escapou com o ex-bastonário da Ordem dos Advogados a afirmar que, à semelhança do PCP, também o Bloco “forçou a vinda da troika” ao “votar contra o PEC IV porque este não lhe dava todas as razões de protesto”.

E por falar no governo de José Sócrates, Marinho e Pinto condenou a ausência do tema corrupção dos discursos dos partidos.

“Nenhum partido quer falar da corrupção porque todos têm culpas no cartório, desde Sócrates a Vara, passando por Duarte Lima, quadrilha do BPN, Miguel Macedo ou Paulo Portas… e o primeiro é o senhor António Costa. A corrupção devia ser o primeiro tema da campanha, temos um ex-primeiro-ministro preso e ninguém fala nisto?”, rematou.

 

Fonte: http://www.noticiasaominuto.com/politica/454367/o-melhor-seria-banir-a-coligacao-e-o-ps